Pois é, hoje o que mais ouvimos falar nas áreas de CX é sobre a tal da estratégia corporativa, que deixou de ser papo só de PowerPoint. Hoje, quem trabalha com produto, UX, tecnologia, operações, marketing (E praticamente qualquer área) é convidado (ou cobrado 😅) a pensar estrategicamente, antecipar cenários e tomar decisões com base em dados.
E isso faz total sentido: estamos vivendo num ambiente "Vuca/Bani" onde tudo muda rápido demais, e ficar só reagindo virou sinônimo de ficar para trás (Socorro!).
Como Designer de serviços/UXer/Reseacher, percebo que o jogo virou quando entendemos que estratégia e foresight não são atividades separadas do cotidiano, elas orientam nossas escolhas, priorizações e até como interpretamos as dores dos usuários.
Foresight estratégico: Olhar para frente sem ficar refém do “feeling”
Foresight não é prever o futuro, é se preparar para ele ok?!
A partir de métodos como PESTEL, análise de tendências, leitura de sinais fracos e criação de cenários, conseguimos enxergar caminhos possíveis, improváveis e até desejáveis. Isso nos ajuda a entender não só o que está acontecendo, mas por que está acontecendo e o que pode vir depois.
E adivinha? O mercado está sedento por essa habilidade. Vagas de Product Manager, CX, UX Research, Estratégia e até RH já pedem claramente: Capacidade de antecipar tendências, transformar dados em insights, pensar de forma sistêmica e apoiar decisões com dados (O famoso Data Driven).
Tomada de decisão baseada em dados (e um toque de intuição calibrada)
Em ambientes complexos, onde risco e incerteza se misturam, decidir virou quase uma ciência, mas calma que não precisa ser complicado.
Ferramentas como árvore de decisão, simulações, workshops colaborativos, pesquisas mistas e análises estruturadas ajudam a transformar a intuição em algo “treinado”, não apenas impulsivo.
No fim, boas decisões nascem do equilíbrio de dados para dar segurança + pessoas para dar contexto + estratégia para dar direção.
Estratégia corporativa hoje: Multidimensional, viva e… Prática!
Se tem uma coisa clara que venho aprendendo muito na minha pós lá na FIAP, é que estratégia não é mais documento, e sim ciclo vivo:
• Criar valor real (Não só entregar features);
• Usar frameworks como SWOT, BSC e OKR para conectar visão e execução;
• Trabalhar de forma ambidestra: Eficiência + Inovação no mesmo ritmo;
• Incluir diversidade e responsabilidade (ESG) como parte da competitividade;
• Aprender continuamente e ajustar rota rápido.
As empresas mais desejadas pelos candidatos hoje (e as que mais aparecem nas vagas de LinkedIn) valorizam quem sabe navegar entre esses mundos.
Mas… como aplicar isso no dia a dia? (Vem cá que eu te ajudo)
Aqui vão caminhos simples, reais e aplicáveis:
1. Mapeie tendências da sua área uma vez por mês
Reserve 30 minutos para olhar sinais fracos, novidades, mudanças no comportamento das pessoas e do mercado.
2. Crie mini cenários
“O que acontece se essa tendência acelerar?” “E se um concorrente fizer isso antes?” (Ajuda muito na priorização de projetos).
3. Use BSC e OKR como bússola (não como burocracia)
BSC: Visão de longo prazo. OKR: Ritmo e foco no curto prazo.
4. Monte suas decisões com dados simples
Não precisa de BI, às vezes uma planilha + um fluxograma + escuta ativa já fazem milagres.
5. Trabalhe ambidestria na sua rotina
Separe momentos para eficiência e momentos para experimentação. Se tudo for urgente, nada será inovador.
Concluindo...
Para me despedir deste artigo deixando algo valioso para vocês, pense que estratégia, foresight e decisões baseadas em dados não são modinhas, são competências essenciais para qualquer pessoa que queira navegar (e liderar) no cenário atual. Quanto mais entendemos sobre futuros possíveis, mais preparados estamos para agir no presente com clareza, propósito e impacto.
Se tem algo que o mercado está pedindo (e valorizando) é justamente isso, profissionais que conectam visão, método e sensibilidade humana.
Curtiu o tema? Você também vem reparando nesse movimento do mercado?
Se tiver dúvidas sobre os conteúdos é só chamar pelo linkedin, vai ser um prazer discutir mais e trocar conhecimentos!! 🚀🚀
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Pois é, o tempo voa! Já se passaram 2 meses desde o início da minha pós-graduação em "Gestão estratégica e Inovação", na Pós Tech FIAP. Estamos chegando à nossa primeira entrega e, se tem algo que esse bimestre me ensinou, é que "prever o futuro não basta, é preciso pensar estrategicamente e se preparar para ele".
O mercado de hoje exige profissionais que tomem decisões com base em dados, sem perder o foco humano. E é exatamente isso que venho aprendendo. Segue um pouco dessa jornada que já vem mudando minha forma de pensar, planejar e agir:
Foresight Estratégico: mais do que visão, é preparação!
Em um mundo VUCA/BANI, não dá pra esperar pelo amanhã, é preciso antecipar. O Foresight nos ajuda a explorar futuros possíveis com metodologias como PESTEL, Delphi, World Café, Monte Carlo, Bayesiana, Scrum, Kanban e Ambidestria Organizacional.
Essas ferramentas apoiam decisões estratégicas mesmo em meio à incerteza (E olha que os últimos anos foram o puro caos 😅).
Planejamento Estratégico: estratégia que vive!
Hoje, a estratégia precisa ser viva, adaptativa e integrada. Estudamos desde SWOT, KPIs, OKRs até os modelos usados por empresas como Amazon, Tesla, iFood e Magalu.
O conceito que mais me chamou atenção? Ambidestria Organizacional, o equilíbrio entre inovação e eficiência, com estruturas ágeis e colaborativas.
Também revisitei ele, o famoso, o clássico, o Design Thinking, que me acompanha desde 2018, quando comecei a trabalhar no mundo da inovação, lá na MJV.
Essa metodologia trouxe uma nova forma de enxergar desafios, com mais empatia, criatividade e foco no usuário. Um diferencial real para inovar com propósito.
Falando sobre Inteligência Artificial nos negócios, vejo que ela chegou com tudo, não como ameaça, mas como ferramenta analítica, estratégica e executiva. Estudamos os tipos de IA, automações e como ela transforma dados em decisões, especialmente quando integrada com Foresight e Design Thinking.
Tudo isso se conecta, dá uma olhada, esses aprendizados não vivem isolados:
• O Foresight mostra para onde ir;
• O Planejamento estratégico traça como chegar lá;
• O Design Thinking dá sentido ao caminho;
• E a IA acelera e fortalece tudo isso.
A jornada está só começando, mas já ampliou minha visão sobre o mercado e meu papel como profissional.
E você? Como tem se preparado para o futuro? Vamos trocar ideia pelo linkedin? Me chame por lá!
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#GestãoEstratégica #Inovação #Foresight #DesignThinking #IA #PósTechFIAP #TransformaçãoDigital #Liderança #EstratégiaNosNegócios
Tenho certeza que você já se deparou com várias demandas urgentes chegando e pensou: "E agora, qual é de fato a mais importante? Qual priorizar?" 🙆
É difícil, eu sei, mas hoje vim te ajudar um pouco nessa tomada de decisão, vem comigo! 🏃
No cenário competitivo atual, a capacidade de priorizar demandas de forma eficaz é essencial, e um workshop estruturado pode ser a ferramenta ideal para alinhar as equipes envolvidas, esclarecer prioridades e maximizar recursos.
Por isso, bora falar sobre como conduzir este workshop de priorização de demandas, utilizando matrizes e atividades dinâmicas.
1. Defina o objetivo do workshop📍
Antes de mais nada, estabeleça um objetivo claro, pergunte-se: “Quais demandas queremos priorizar?” e “Quais resultados esperamos alcançar?”. Uma definição clara ajuda a manter o foco e a motivação durante o workshop.
2. Escolha os participantes certos 👨👩
Selecione um grupo diversificado de participantes que possam oferecer diferentes perspectivas. Inclua representantes de áreas-chave, como marketing, vendas, operações, produto e tomadores de decisões. Isso garantirá uma visão abrangente das demandas e facilitará um diálogo mais rico.
3. Utilize matrizes de priorização 📊
Uma das ferramentas mais eficazes para priorização é a matriz. Aqui estão duas opções populares:
• Matriz de Eisenhower: Classifique as demandas com base em duas dimensões: Urgência e importância. Isso ajuda a visualizar rapidamente quais tarefas devem ser tratadas com prioridade.
• Matriz de impacto vs. esforço: Esta matriz permite que a equipe avalie o impacto potencial de cada demanda em relação ao esforço necessário para implementá-la. Tarefas de alto impacto e baixo esforço devem ser priorizadas.
4. Atividades de priorização 🎯
Incorpore atividades interativas para engajar os participantes. Algumas sugestões incluem:
• Brainstorming Inicial: Inicie com uma sessão de brainstorming para listar todas as demandas em questão. Utilize post-its para que todos possam contribuir de maneira anônima e rápida.
• Votação: Após listar as demandas, faça uma votação silenciosa onde cada participante pode dar pontos para suas prioridades. Isso ajuda a identificar rapidamente o que a equipe considera mais relevante.
• Discussão em Grupos Pequenos: Divida os participantes em grupos menores para discutir e analisar as demandas. Após um tempo, cada grupo pode apresentar suas conclusões, promovendo um debate saudável.
5. Documente as decisões 📁
Registre todas as ideias, discussões e decisões tomadas durante o workshop. Crie um resumo que inclua a lista das demandas priorizadas e os critérios utilizados para essa priorização. Compartilhe este documento com todos os participantes após o workshop.
6. Estabeleça um plano de acompanhamento/Roadmap
Um workshop de priorização não deve terminar com a sessão. Crie um plano de acompanhamento que inclua responsabilidades e prazos para as demandas priorizadas. Isso garantirá que as decisões tomadas sejam implementadas de forma eficaz.
Com as demandas priorizadas e stakeholders satisfeitos, agora é só manter a rotina de priorização e ser mais estratégico!
Conduzir um workshop de priorização de demandas utilizando matrizes e atividades interativas pode ser uma experiência transformadora para a sua equipe, principalmente quando começam a entender o valor disso.
Ao criar um espaço colaborativo e utilizar ferramentas estruturadas, você garantirá que as prioridades estejam alinhadas com os objetivos estratégicos da organização. Com engajamento e clareza, é possível transformar o caos em foco e ação. Boa sorte na sua jornada de priorização, espero ter ajudado 😉
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#Priorização #Matrizesdeprioridade #Estratégia #Gestãodeprojetos #Workshops #Brainstorm #Cocriação
No mundo dinâmico e competitivo dos negócios de hoje, a inovação não é mais uma opção, é uma necessidade. Empresas de todos os tamanhos estão se voltando para o Design Thinking como uma abordagem para resolver problemas complexos e criar soluções centradas no usuário. Entre os vários componentes desta metodologia, as entrevistas com clientes e as pesquisas de mercado desempenham papéis cruciais.
Bora pensar comigo como essas ferramentas podem transformar a abordagem de inovação e por que elas são fundamentais para o sucesso de produtos e serviços?
1. A importância das entrevistas com usuários 👩👨👴
Entrevistas com usuários são um dos métodos mais eficazes para obter uma compreensão aprofundada das necessidades, desejos e desafios dos usuários. Aqui estão algumas razões pelas quais são essenciais:
• Empatia e compreensão profunda: As entrevistas permitem que você ouça diretamente dos usuários suas experiências e sentimentos, isso ajuda a construir empatia e a entender o contexto real em que atuam.
• Descoberta de necessidades ocultas: Muitas vezes, os usuários não articulam claramente suas necessidades ou problemas, as entrevistas ajudam a descobrir essas necessidades ocultas que podem não ser evidentes em dados quantitativos.
• Validação de hipóteses: Antes de investir em soluções caras, entrevistas ajudam a validar hipóteses sobre o que realmente importa para os usuários.
2. Conduzindo entrevistas eficazes 🕵️
• Prepare um roteiro flexível: Comece com um quebra gelo para descontrair e soltar o entrevistado, em seguida, elabore perguntas abertas que incentivem o compartilhamento de experiências e sentimentos. Mantenha o roteiro flexível para seguir as pistas que surgem durante a conversa.
• Escute ativamente: Vá além das respostas superficiais e explore o "por quê" por trás das respostas dos usuários, isso ajudará a revelar insights mais profundos.
• Registre e analise: Grave as entrevistas (com permissão, claro!) e tome notas detalhadas. Analise as respostas para identificar padrões e temas recorrentes.
3. A relevância das pesquisas de mercado 🏬
Enquanto as entrevistas com usuários fornecem insights qualitativos profundos, as pesquisas de mercado oferecem uma visão quantitativa do panorama geral.
• Identificação de tendências: As pesquisas de mercado ajudam a identificar tendências e padrões no comportamento dos consumidores, o que ajuda nas suas decisões de design.
• Segmentação de público: Com dados demográficos e psicográficos, é possível segmentar o público e entender melhor os diferentes grupos de usuários que está atendendo.
• Avaliação da concorrência: Analisar o mercado competitivo pode revelar lacunas e oportunidades que sua empresa pode explorar.
4. Como conduzir pesquisas de mercado eficientes? 📊
• Defina objetivos claros: Tenha uma ideia clara do que deseja descobrir com a pesquisa. Isso ajudará a formular perguntas e escolher métodos apropriados.
• Utilize métodos múltiplos: Combine métodos qualitativos e quantitativos, como questionários online e grupos focais, para obter uma visão mais abrangente.
• Analise e aplique dados: Colete e analise os dados com cuidado, use esses insights para informar suas decisões e ajustes no design.
5. Integrando entrevistas e pesquisas no processo de Design Thinking 📚
A integração de entrevistas com usuários e pesquisas de mercado no Design Thinking não é um processo linear, mas sim iterativo. Comece com a empatia, utilizando entrevistas para entender profundamente os usuários, use as descobertas para moldar sua definição do problema + ideação e depois, valide suas ideias com pesquisas de mercado, além de refinar seus protótipos com base nesses insights.
O que podemos tirar disso tudo?
O Design Thinking é uma ferramenta poderosa para criar soluções inovadoras centradas no usuário. Entrevistas com clientes e pesquisas de mercado são componentes essenciais desse processo, oferecendo uma compreensão rica e abrangente das necessidades e do contexto do externo. Ao combinar insights qualitativos e quantitativos, você pode construir soluções mais eficazes e impactantes, garantindo que suas inovações realmente atendam às necessidades reais do mercado.
Ao ouvir e entender seus usuários e analisar o mercado, você estará mais bem preparado para criar soluções que não apenas atendam, mas superem as expectativas 🎉
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Hoje resolvi compartilhar um pouco do conhecimento que adquiri em um novo curso de Data Driven. Trago detalhes resumidos para ser um conteúdo rápido e útil, mas que pode te ajudar a organizar as ideias em um processo de levantamento e análise de dados 😉
Vem comigo...
Qual é a importância de um projeto de pesquisa e análise?
O principal pilar para ter sucesso em um produto ou serviço, é garantir que ele esteja o mais próximo dos desejos e necessidades dos usuários, isso significa atender suas expectativas e ser flexível o bastante para que a aquisição e uso sejam simples e efetivos.
Para isso, é importante um trabalho de pesquisa e imersão para entender o contexto dos clientes, o que envolve uma série de análises e o início de uma massa de dados.
Tendo isso em mãos, é necessário compreender também, o cenário interno da empresa, como, jornada do produto, sistemas, áreas envolvidas, gaps que precisam ser desenvolvidos, metas, pilares e a receita que a empresa quer atingir.
Com tudo isso em mãos, é hora de correlacionar os achados para integrar da melhor maneira possível os dois cenários:
"O que o cliente precisa e deseja + objetivo da empresa e aquilo que trará mais resultado"
Tendo isso em mente, vai aqui um roteirinho para você se organizar e estruturar um projeto de dados em duas fases, do início ao fim.
FASE 1: PESQUISA E DESCOBERTA
1. Entendendo e imergindo no problema: Comece fazendo perguntas, aqui seu trabalho é ter dúvidas mesmo. Fale com diferentes stakeholders e perfis técnicos, entenda os diferentes níveis do problema e o como eles se relacionam (Causa e efeito).
2. Coleta de dados: Qual é a viabilidade de trabalhar esses problemas? Eles se correlacionam e se cruzam entre áreas? Quais são os sistemas que suportam o processo?
3. Processamento de achados: É hora de validar se a massa de dados é o bastante. As informações se integram? Encontrou a causa raiz das principais dores? Precisa voltar e falar com mais pessoas?
5. Exploração de dados: Teste hipóteses e pense no Storytelling para apresentação dos achados.
6. Comunicar e medir: Para fechar a primeira fase, consolide os achados e resultados, aqui é ideal validar de maneira sucinta mas efetiva as informações com os envolvidos e medir se o material é o bastante para seguir com a solução, onde novamente usaremos um processo para trabalhar dados, mas com o foco em desenvolvimento.
FASE 2: SOLUÇÃO E FLUXO DA INFORMAÇÃO
1. Defina os problemas e crie uma ideia central: Discuta com os principais Stakeholders o que é preciso desenvolver primeiro (De acordo com a estratégia da empresa) e qual será a solução final, garanta que todos os envolvidos estejam integrados e de acordo. Aqui é possível trabalhar até mesmo com workshops de cocriação e técnicas de Design Thinking, permitindo participação conjunta e criativa de todos os envolvidos.
2. Estruture a solução: Com a ideia de solução mapeada, crie um planejamento estratégico para desenvolvimento.
3. Consolidação e entrega: Consolide toda a massa de dados e solução em uma apresentação, crie também um repositório para guardar o histórico e as pesquisas, apresente aos demandantes e compartilhe o material com todo o time. Mais importante do que divulgar resultados, é mostrar qual foi o processo de coleta, análise e construção da solução, isso mostra com um histórico o porque foi feito daquela maneira. A ideia é dar visibilidade de jornada e processos, muitas vezes, os problemas ocorrem por falta de visão.
4. Acompanhamento: Agora é só acompanhar o processo de implementação para garantir qualidade e prazos.
Disseminando informação e estabelecendo cultura
34% dos times que trabalham com análise de dados acreditam que apenas 1/3 do seu trabalho é aproveitado pelo time de negócios, enquanto 66% dos times de negócios acreditam que 2/3 do que recebem do time de dados não serve para tomada de decisões de negócios.
Isso ocorre pela falta de integração entre os times e falha ao divulgar os achados, por isso é tão importante estruturar bem este processo, incluindo diferentes perfis na pesquisa e na construção da solução. Invista mais na entrega e divulgação para estabelecer uma cultura analítica no time, isso sim vai gerar mais valor dentro das entregas e chegar o mais perto possível do sucesso.
E aí, achou útil? Entre em contato comigo pelo linkedin e comenta se você usou essas dicas e o que acrescentaria nesse processo, estamos juntos! 💪
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Esta semana, estive escrevendo para uma dinâmica e foi abordado um tema muito legal sobre como podemos superar desafios no mercado de trabalho.
Este é um assunto que faz parte do desenvolvimento profissional de todo mundo, mas e quando estes desafios vão além das nossas expectativas?
Bom, pensando nisso, gostaria de compartilhar o que eu aprendi em meu intercâmbio, conhecimentos construtivos que abriram minha mente nesse sentido e que hoje contribuem para minha carreira😀
O choque de realidade...
Já estava acostumado a trabalhar em escritórios aqui no Brasil quando decidi morar fora, mas me doei tanto aos estudos, quanto aos estágios para uma imersão cultural, uma experiência que me moldou em muitos aspectos.
Todo conhecimento e referência que tinha do Brasil, eram mínimos dentro de uma nova cultura e língua, precisei me esforçar duas vezes mais e explorar meus aspectos naturais para me desenvolver, sem essa de Hard Skills e ferramentas, precisei encarar as oportunidades que tinham e mostrar meu valor dentro disso, muitas vezes, em áreas com as quais eu nunca havia trabalhado antes.
Aqui entram as tão faladas Soft Skills, e sim, elas contam muito!
Precisei voltar pra mim mesmo e reconhecer meus maiores pontos fortes, como, um bom relacionamento interpessoal, a escuta ativa, a habilidade de trabalhar bem em grupo e a própria força de vontade.
Via estes aspectos como características pessoais, "Quem as consideraria em uma entrevista de emprego?" Pois bem, foram exatamente elas que me ajudaram a conquistar esses primeiros desafios.
Vencendo as barreiras do mundo...
Comecei simples e fazia tudo com muito entusiasmo e carinho nos detalhes, principalmente ao tratar com pessoas, esse comportamento ganhou a atenção de vários chefes europeus, que não estavam acostumados com tal postura.
A força de vontade somada a um tratamento delicado e uma experiência impactante criaram uma rede de contatos e indicações, o famoso network. Aqui eu deixo uma reflexão: "Mais vale um profissional com resultados e bem avaliado do que um currículo extenso e teórico"...
Com barreiras vencidas e novos aprendizados, foi hora aplicá-los em casa...
No fim, aprendi que tudo gira em torno de pessoas, em como você faz elas se sentirem e nas experiências que você pode proporciona-las, tanto internamente na rotina de trabalho, quanto nas entregas, isso agrega valor e profissionalismo.
Essas vivências me ensinaram muito a superar desafios difíceis fora da minha zona de conforto, me fizeram evoluir como profissional, de forma que hoje, conto com estes aprendizados para solucionar novos desafios que surgem ao longo da jornada.
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Hoje em dia muito se fala sobre criação de marcas e produtos digitais, mas ao tocar no assunto "Design", pode-se pensar apenas em layout, quando na verdade, este universo traz muito mais resultados do que se imagina.
O "Design de Serviços/User Experience" pode transformar produtos digitais ao desenvolver a experiência do usuário, sua jornada, canais, engajamento e a criação de valor além das funcionalidades básicas do produto.
Dá uma olhada em como isso acontece:
1. Foco na Experiência do Usuário (UX): Considera-se a jornada completa do usuário, desde a descoberta até o uso contínuo do produto. Isso significa que não se trata apenas de criar um produto funcional, mas de garantir que a interação com ele seja intuitiva, agradável e atenda às necessidades reais dos usuários.
2. Integração e Coerência: Busca-se integrar diferentes pontos de contato e canais. Para produtos digitais, isso significa garantir que o produto funcione bem em vários dispositivos e plataformas, oferecendo uma experiência consistente. A coerência entre o digital e o físico, quando aplicável, também é considerada.
3. Personalização e Adaptação: O design de serviços ajuda a criar produtos que possam se adaptar às necessidades e preferências individuais dos usuários. Isso pode envolver a personalização da interface, recomendações baseadas em comportamento, e outros ajustes que fazem o produto parecer mais relevante para cada usuário.
4. Proatividade e Suporte: Um bom design de serviços não só reage às necessidades dos usuários, mas também antecipa problemas e oferece suporte proativo. Para produtos digitais, isso pode incluir sistemas de ajuda integrados, tutoriais, e funcionalidades de suporte que ajudam os usuários a resolver problemas antes que eles se tornem críticos.
5. Valorização da Jornada do Usuário: Considera-se toda a jornada do usuário, não apenas o momento da interação com o produto. Isso pode levar à inclusão de funcionalidades que melhoram a experiência geral, como notificações úteis, feedback em tempo real, e a capacidade de se adaptar a diferentes contextos de uso.
6. Eficiência e Melhoria Contínua: Um foco em design de serviços frequentemente leva a melhorias contínuas no produto digital. Isso porque o processo envolve a coleta de feedback dos usuários e a análise de dados para identificar áreas de melhoria e evoluir o produto de acordo com as necessidades emergentes.
7. Envolvimento e Engajamento: O design de serviços busca criar um engajamento significativo com os usuários. Para produtos digitais, isso pode significar criar experiências que incentivem a interação regular e a lealdade, como por meio de gamificação, recompensas ou conteúdo personalizado.
8. Impacto no Valor Percebido: Ao melhorar a forma como um produto digital é entregue e utilizado, o design de serviços pode aumentar o valor percebido pelos usuários. Isso pode levar a uma maior satisfação do cliente, maiores taxas de retenção e um melhor posicionamento de mercado.
Em resumo, o design transforma produtos digitais ao adotar uma abordagem holística e centrada no usuário, garantindo que o produto não apenas funcione bem, mas ofereça uma experiência significativa e integrada.
Muitas marcas digitais surgem todos os dias, mas desenvolver uma jornada memorável com certeza garante um resultado exponencial e clientes fieis.
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Sabemos que o Design Thinking veio como uma ferramenta poderosa de inovação dentro das empresas, que visa melhorar a experiência do usuário e a eficiência operacional através da criação e otimização de serviços centrados nas necessidades do cliente.
Mas nos últimos anos, o uso estratégico de dados emergiu como um componente crucial dentro desse campo, transformando a forma como os serviços são projetados, entregues e gerenciados. O design de serviços, quando baseado em dados estratégicos, pode criar valor significativo para empresas e consumidores.
Mas antes de mais nada, você sabe o que é e o que representa o "Design de Serviços"?
A metodologia é uma prática multidisciplinar que utiliza princípios de design para criar ou melhorar serviços. O objetivo é tornar os serviços mais eficientes, eficazes e agradáveis para os usuários. Isso envolve entender profundamente as necessidades e expectativas dos usuários, mapear sua jornada, projetar pontos de contato que ofereçam uma experiência coesa e satisfatória.
E como os dados entram nessa história?
Nos últimos anos, o volume e a variedade de dados disponíveis cresceram exponencialmente. A integração desses dados no design de serviços oferece oportunidades para uma personalização mais profunda, uma melhor tomada de decisão e uma otimização contínua dos serviços. Dados estratégicos, que incluem informações sobre comportamento do cliente, preferências, feedback e métricas operacionais, são essenciais para informar e guiar o design de serviços.
Os dados permitem um entendimento mais granular das necessidades e comportamentos dos clientes. Analisando dados como padrões de uso, feedbacks e interações anteriores, empresas podem identificar pontos de dor e oportunidades de melhoria. Por exemplo, uma análise de dados de uso de um aplicativo pode revelar que os usuários enfrentam dificuldades em uma função específica, permitindo ajustes direcionados para aprimorar a experiência. Além de analisar como anda o mercado, o que pode direcionar ações estratégicas para se desenvolver em relação aos concorrentes.
Na prática funciona assim...
No varejo, a personalização baseada em dados é uma estratégia comum. Analisando dados de compra e comportamento online, empresas podem oferecer promoções personalizadas e recomendações de produtos que atendem aos interesses individuais dos clientes. Isso não só aumenta as vendas, mas também melhora a experiência de compra.
Resumindo o jogo...
O design de serviços baseado em dados estratégicos está transformando a maneira como serviços são criados e oferecidos. A integração de dados permite uma compreensão mais profunda do cliente, possibilita a personalização e a otimização contínua, e melhora a eficiência operacional.
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